Há muito tempo, numa terra muito distante, dois nobres heróis, um cavaleiro e um ladrão, estavam espreitando um bando de assassinos que haviam arrasado uma pequena vila atrás do Ungoiath, uma jóia rara que pertencia a uma antiga Família real do Reino de Esteroyh. Eles estavam esperando anoitecer e ataca-los de surpresa. Ao se virarem, no entanto, eles viram que dois daquele bando brandiam as suas espadas em seus pescoços e…
Jogador 1: “Como é que é?”
Mestre: “Isso mesmo, o bando sabia que eles estavam sendo perseguidos. Agora vocês dois tem de jogar um D20 para ver se conseguem sair dessa enrascada e…”
Quantas pessoas por aí nunca passaram por uma situação parecida ou, pelo menos, próxima a esta acima descrita? Bem vindos ao maravilhoso mundo dos RPG’s. Eu estou aqui para falar das minhas desventuras para com este jogo único e singular e que, com pena, tem poucos adeptos no Brasil, ou, pelo menos, no Ceará.
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Por Daniel Chrono
Vamos lá. Esta é a minha pergunta que está no título do meu post. Qual é a sua escolha, gamer, você prefere a mídia Física ou a Digital? Qual seria o futuro dos games, ou melhor, da estocagem em geral? Será que iremos passar do físico para o digital dentre em breve ou será que continuaremos com a dualidade de escolha entre os meios de armazenagem?
Depois da pergunta acima feita, vou a minha resposta. Particularmente eu prefiro a mídia física. Por quê? Esta será a resposta a minha crítica a mídia digital.
Vamos lá. Com a Internet e sua proliferação para todo o lugar do planeta, uma das coisas que ficou fácil foi poder mandar arquivos de Sobral, no Ceará, para o Katmandu, lá na Ásia, sendo necessário, apenas ter uma conexão telefônica, um computador, um mouse e dedos para poder clicar nos comandos no seu Windows / Linux / MacOS e, assim, fazer a festa.
Essa facilidade toda permitiu que:

a) Spams chegassem para todas as caixas de correios eletrônicos de maneira rápida e prática;
b) Músicas, programas, filmes e afins pudessem ser pirateados de forma tão extraordinariamente fácil, que as produtoras de cinema e música ainda estão atordoados com o tal baque;
c) E jogos pudessem estar nos servidores e serem baixados quando fossem comprados.
Então, o que podemos dizer? A Internet mudou muitas coisas na prática de negócio no que tange entretenimento em geral. Por causa dela, e da pirataria que veio com ela, as grandes indústrias do entretenimento estão apostando na distribuição de conteúdo digital. E o que vem a ser isso? É simples.
Você acorda de manhã pensando: “Vou comprar o novo CD do Legião que saiu semana passada, que legal, vou gozar de tanto ouvir a voz rouca do Renatinho, ai meus saissss…” (lembrete, vamos pensar que esta parte do post se passa em 1996). Vai ao banheiro, escova os dentes e vai na Tok Disco (loja que vendia CD/LP’s e fita k7 nos tempos idos aqui em Fortaleza) e, ao chegar, vê com surpresa o preço do CD, 35 reais. Você grita, esperneia, chora, mas, arranca do seu bolso 35 reais e leva para casa o CD com encarte azul, todo bonitinho e cheirosinho e o guarda para sempre na sua coleção, até alguém roubar de você e nunca mais te devolver.
Agora digamos que você está em 2010, isto é, hoje em dia, e você quer comprar o mesmo CD, depois de 15 anos você vê que o CD, por si só, não compensou muito e somente algumas músicas valeram a pena, quer dizer, você gastou 35 reais a toa, não é? Então você se levanta, liga o computador, espera o sinal ADSL sincronizar no modem e vai no site do Sonora. Lá tem o álbum completo do CD e cada musica a 0,99 centavos (preço hipotético) e escolhe aquelas suas músicas favoritas e paga, vamos lá, 7 reais pelas 7 músicas que queria ouvir. E fica satisfeito com isso.
Alguém aqui notou alguma diferença entre a primeira e a segunda cena? Senão, por favor, leia tudo de novo até que consiga sentir a diferença.
Claro, parece que a compra de uma mídia digital parece ser bem melhor que a mídia física, e vantagens são indiscutíveis!
a) Você não sai de casa para comprar aquilo que quer;
b) Você só paga pelo conteúdo que quer consumir;
c) Você pode baixar quantas vezes você quiser (pelo menos é assim no Steam);
Quer dizer, existe todo o comodismo de poder coçar o saco, não tirar o pé de casa e comprar tudo o que quiser na Internet – deixando a condição que você é um brasileiro honesto e nunca quis baixar as músicas via 4Shared, Kazaa, SoulSeek, e prefere realmente dar dinheiro para as gravadoras que definham a cada dia que passa – e ficar satisfeito consigo e sua gordura acumulada na barriga, se achando o rei da cocada preta.
Mas também tem as suas desvantagens e é por isso que eu sou meio relutante quanto a adoção completa da mídia digital. E vamos a elas.
a) Eu gosto de caixas, por mais que o pessoal diga que é bom você baixar coisas para não ocupar espaço, eu gosto de ocupar espaço com coisa. Seja com caixa de console, caixa de placa de vídeo, placa-mãe, sou um Box’ficcionado;
b) Manuais, encarte e afins, porra, não existe nada mais legal que ter o manual deste ou daquele programa/jogo nas suas mãos;
c) Mídia física, CD/DVD em mãos, instalação rápida. Instalador de jogos na nuvens? Haja conexão de internet.
Existem outros muitos fatores, mas o mais relevante, para mim, se dá pela conexão precária no Brasil. Imagine você ter de pagar 40 dolares num jogo e o mesmo ter 16GB? Na minha conexão de 1MB iria demorar uns três dias baixando, quer dizer, se eu quero jogar num FDS, então nem pensar! Sem contar que existe da possibilidade dos arquivos virem corrompidos.
Mas, ainda assim, sou bem favorável as mídias digitais se os jogos forem pequenos. PSN, Live, Steam, Wiiware, ótimos lugares para você pagar por jogos pequenos, baixa-los e prontamente jogá-los. No dia que eu comprar um 360, certamente eu irei enlouquecer comprando os jogos pequenos na Live e passar horas e horas viciando neles. Já testei vários jogos da Wiiware – piratões, cof cof – e realmente muitos deles são bastante viciantes.
E então para você? Vai de mídia física ou digital?
PS: tenho opinião parecia para com os ebooks, mas fica pruma próxima vez
É isso aí povão do meu Brasil, ou do Ceará, ou, de Fortaleza, eu fui ao Teatro, incentivado por uma amiga, que a considero muito, fui ver esta grande ferramenta de atuação que não deve em nada para o Cinema ou a TV. Um dia, eventualmente, eu teria de me tornar um ser culturado não acham? E a primeira peça que fui assistir foi O Mágico de Oz. Vamos seguindo pela estrada de tijolos de ouro?
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O Thriller Heavy Rain tem um fã, este carinha é nada menos que Yoichi Wada, aquele que comanda, atualmente, a Square Enix. Sabe, aquela empresa que cria jogos como Chrono Cross e Final Fantasy, conhecem? Numa entrevista recente para a revista especializada de games Famitsu, ele disse que jogou Heavy Rain. E o que ele veio a dizer a respeito?
“Seria bom se tivessemos mais jogos como Heavy Rain,” disse ele sobre o jogo no qual é baseado em eventos rápidos, como os jogos bem mais antigos como ShenMue e Dragon Lair, até mesmo Time Traveller entra na parada.
Então, Square Enix faz jogos. Eles bem que poderiam fazer jogos como Heavy Rain!! E poderiam chamá-lo, mais ou menos assim “Tumultuous Precipitation ~ Excelsior ~ Versus Partly Cloudy 30/351 Precipitation“. Imaginem como seriam os zippers, ou flashclair no Brasil, dos casacos de chuva??
Fonte: Kotaku
Warner Bros. anuncia parceria com a Eletronic Arts para levar o game às telas
Em setembro de 2008, Avi Arad comprou os direitos de adaptação ao cinema do game Mass Effect. Agora a Legendary Pictures, que produz blockbusters na Warner Bros. como os filmes de Batman e Superman, anuncia que está se juntando a Arad e à Eletronic Arts para tirar o projeto do papel.
Mark Protosevich (Eu sou a Lenda, Thor) negocia para assumir o roteiro. Sucesso de vendas e de crítica, o game ambientado em 2183 acompanha uma missão que tenta impedir uma raça alienígena – que invade a galáxia a cada 50 mil anos – de exterminar toda vida orgânica ao redor. O personagem principal, o Comandante Shephard, é criado totalmente pelos jogadores – habilidades, qualidades e até as suas feições são definidas por quem o controla.
Avi Arad e seu filho, Ari Arad, produzem ao lado de Thomas Tull e Jon Jashni da Legendary. Ray Muzyka e Greg Zeschuk, da desenvolvedora do game, a BioWare, servem de produtores-executivos, assim como um dos criadores do jogo, Casey Hudson.
O lançamento será feito pela WB, mas ainda não tem data definida. Já a continuação do game, Mass Effect 2, foi lançada em janeiro deste ano, novamente apenas para Xbox 360 e PCs.
Fonte: Omelete
Dominic Cooper será o jovem pai de Tony Stark
Howard Stark, o pai de Tony Stark, vivido por John Slattery em Homem de Ferro 2, estará também em Capitão América: O Primeiro Vingador (Captain America: The First Avenger), mas em uma versão mais jovem. O gênio tecnológico será interpretado no filme do Capitão América por Dominic Cooper.
O próprio ator – que antes estava cotado para fazer Fandral em Thor – deu a notícia à Salon. A informação não foi oficializada pelo Marvel Studios.
Cooper se junta a Chris Evans (Steve Rogers), Sebastian Stan (Bucky Barnes), Hugo Weaving (Caveira Vermelha), Hayley Atwell (Peggy Carter), Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Toby Jones (Arnim Zola). Joe Johnston (O Lobisomem) dirige. O filme estreia em 22 de julho de 2011.
Fonte: Omelete
Thu, Jul 22, 2010
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