Bom, depois da surpresa que foi de saber que a SEGA estava desenvolvendo um novo jogo do Sonic para as atuais plataformas, e fazer um mistério danado sobre qual é a última plataforma que o jogo sairá, veio uma outra pequena bomba. A SEGA não está produzindo o jogo do porco-espinho, e tão pouco o já tão conhecido Sonic Team.
Ao invés disso, o estúdio Dimps é que está produzindo o jogo. O estúdio é melhor conhecido por ter trabalhado recentemente junto com a Capcom no Street Fighter IV, assim como os bem estruturados Sonic Rush e Sonic Advanced (para o Nintendo Ds e para o GameBoy Advanced, respectivamente).
Estes últimos títulos do porco-espinho são, com aclamação de crítica e público, como os melhores criados para o Universo do Sonic no mundo 2D, enquanto que ele, no mundo 3D, continua a patinar de uma forma que não condiz com a sua velocidade.
Isto é um raro exemplo de pensamento rápido que a SEGA do Japão anda tendo, colocando estúdios terceiros para criar os seus próprios jogos e a Dimps é um dos poucos estúdios que faz jogos que são sucesso na certa, Bioware é uma outra juntamente com a DICE e a Crytek.
Agora imagino a cara dos japas do Sonic Team que devem estar chupando dedo até hoje por terem ficado de fora do projeto.
Já não era sem tempo… para começar a jogar um pouco de StarCraft II! A Blizzard anunciou que um Beta fechado para testar StarCraft II: Wings of Liberty finalmente foi iniciado, onde milhares de convites foram enviados pelos os gamers cadastrado no banco de dados deles. Então dê uma olhada nos seus emails.
Digo, vá checar a sua conta do Battle.net, caso você seja assinando do World of Warcraft. Lá vai estar um convite para o beta fechado.
Se você ainda não foi para o próximo jogo de batalha em tempo real a ser criado pela Blizzard, vá agora para o site do Battle.net, crie uma conta e se você for bem comportado poderá receber um convite. As chaves para o Beta só vão para os bens comportados.
Então, vamos começar a catar os convites para este tão esperado jogo!
Sim senhores. Eu sei que este post está completamente atrasado. Sei ainda mais que o blog está meio desatualizado, mas, enfim, são as coisas da vida e não podemos ir contra a vida não é? Mas vamos ao que interessa, porque eu assisti a uma ruma de filmes neste carnaval e vou falar sobre eles porque, enfim, estou escrevendo para este blog!
E o primeiro filme que eu irei comentar é Up in the Air, que ficou traduzido no Brasil como Amor sem escalas. E aqui já fica logo a minha primeira crítica sobre certas traduções brasileiras. Up In the Air NADA tem a ver com O Amor está no Ar. Quem assistiu o filme sabe do que eu estou falando, mas vamos continuar que é o melhor que fazemos.
Amor sem escalas tem a seguinte sinopse:
Pago para viajar pelos Estados Unidos despedindo funcionários de empresas em crise, Ryan Bingham sempre se contentou com um estilo de vida desapegado, passado em meio a aeroportos, hotéis e carros alugados. Ele consegue carregar tudo o que precisa em uma mala de mão, é membro de elite de todos os programas de fidelidade existentes e está próximo de atingir 10 milhões de milhas voadas.
Mas quando o chefe de Ryan, inspirado por uma eficiente e novata funcionária, ameaça mantê-lo permanentemente na sede da empresa, ele se vê entre a perspectiva – ao mesmo tempo aterrorizante e agradável – de ficar em terra firme, contemplando o que realmente pode significar ter um lar.
Enfim, até o presente momento o leitor não consegue identificar onde o amor entra não é? De certa forma, neste filme, ele não entra. O filme em si fala mais das condições que a pessoa enfrenta no seu dia-a-dia, o quão apegados somos aos afazeres e tarefas que permeiam a nossa vida e como levamos um verdadeiro choque de realidade quando algo novo surge ou um desafio que quer nos tirar do agrado que já temos da vida.
Com um roteiro e direção cativante de Jason Reitman (Obrigado por Fumar e Juno), o filme consegue prender a nossa atenção ao mostrar George Clooney num dos seus melhores papeis da atualidade. Ele como Ryan Bingham, um homem com os seus 40 e poucos anos, sem qualquer apego a uma vida normal, demostra a que ponto podemos chegar quando não encontramos um objetivo na vida, ou ele foi teoricamente alcançado.
A trilha sonora condiz muito com o próprio filme, assim como a fotografia e a atuação agradabilissima de Anna Kendrick, como a nova funcionária, chamada Natalie Keener, que traz a metologia que Bingham usa anos, assim a Bingham de saias Alex Goran, interpretada pela ótima atriz Vera Farmiga.
Enfim, não tenho muito a dizer do filme, além de conseguir demostrar um pouco do retrato do que aconteceu com os Estados Unidos na crise economica atual, como história de fundo, algo bem fiel do que muitos dos americanos estão passando.
Com atuação estonteante de George Clooney, direção competentissima de Jason Reitman, este é o típico filme que vale a pena ser assistido no cinemas, só, ou acompanhado.
Fala pessoal! Vou aproveitar que o professor de Computação Gráfica faltou para ver se ainda sei escrever – pelo menos para a Web. Enfim, vamos ao primeiro post oficial de 2010!
Tudo bem que a capacidade dos serviços de e-mail para anexar arquivos vem ficando melhor a cada dia – e o GMail, pelo menos até então, vem liderando essa corrida do espaço virtual. Mas quando falamos de vários megas – ou mesmo alguns gigas – a coisa ainda é bem complicada!
E para começar bem, vamos falar de dois serviços que ajudam bastante nesse ponto: o 2larger2email e o We Transfer.
O 2larger2email – nome deveras explicativo – possui uma interface super intuitiva, minimamente personalizável e dispõe de um espaço de 500MB gratuitos para uploads dos seus arquivos. Depois de feito o cadastro, o serviço gera um endereço para você efetuar seus próximos logins (tipo http://conversamole.2larger2email.com). Pronto! Depois é só mandar seus e-mails podendo anexar arquivos até 100MB, que ficarão disponíveis durante 7 dias no disco virtual. E quem recebe o e-mail? É mais simples ainda! O destinatário receberá a sua mensagem com um botão para fazer o download do arquivo. Voilà!
Agora se você procura algo mais objetivo, o negócio é o WeTransfer! Com a capacidade de anexar arquivos de até 2GB, basta acessar o site, digitar a mensagem, pôr o endereço do destinatário e do remetente, anexar o dito cujo e clicar em “enviar”. Sem cadastros e outros arrodeios do tipo. E mais: os arquivos ficam disponíveis para download durante duas semanas!
Depois disso aquela desculpa que “seu e-mail não anexa arquivos grandes” não vai mais colar, hein?
Senhores nós sabemos a nossa própria despeita perante a vocês, leitores, do conversa mole, mas não se apoquentem, ainda não abandonamos o site e, tão pouco, estamos querendo ser um bando de desleixados. Para 2010 teremos boas surpresas e mais noticias para você, leitor do conversa mole, possa usufruir.
Este post, como primeiro de 2010, não vem com nada em especial. Sim, nos tornamos um pouco relapsos, mas isso se deveu ao final do ano, onde muitas coisas boas, e ruins, eventualmente acabam acontecendo, mas estamos vivos e bem e, assim, esperamos enfocar, novamente, aqui neste blog, que pode não ser o mais popular da internet, mas é o nosso cantinho especial para ajudar os leitores a saber diversas coisas, ou não.
Que conviver com as diferenças é algo bem difícil isso nós sabemos bem! A mídia nos mostra isso todos os dias. Agora, quando essas diferenças chegam aos seus extremos como em District 9 …wow! Multiplique essa dificuldade por 1000.
Mesmo depois de ter vazado na internet antes do lançamento oficial, o filme produzido por Peter Jackson e dirigido por Neill Blomkamp foi aclamado uma ficção científica como há muito tempo não se via e com tudo que uma bom Sci-Fi tem direito: alienígenas, naves, tecnologia avançada e armas que vão além da nossa imaginação.
Entretanto… ainda não é isso que torna District 9, seguramente, um dos melhores filmes de 2009. Como dissemos no começo do post, o convívio com as diferenças é o centro das atenções e, pensando bem, depois de assisti-lo você vai ver que essa ficção científica nem parece tão ficcional assim.
Os alienígenas chegaram à Terra acidentalmente e aportaram a Nave Mãe em Johannesburgo, África do Sul. Acolhemo-os e os abrigamos num acampamento (leia-se favela) e agora, por conta do transtorno que os visitantes representam, eles serão despejados – eis a missão de Wikus Van De Merwe, interpretado por Sharlto Copley numa atuação brilhante! O que ele não espera é sofrer as consequências dessa aproximação, pois, quando se é a diferença, a coisa fica muito mais complicada.
Só não recomendo o filme para quem sofre daquela velha sensibilidade no estômago – mesmo assim vale o esforço para assistir. Depois disso você terá mais um motivo para reverenciar Peter Jackson.
Salve leitores do CM! Depois de algumas semanas meio tenebrosas… cá estamos nós de novo! E, falando em surpresa… que grata notícia tive hoje a tarde ao receber um e-mail da toda poderosa Google trazendo a boa nova: agora os usuários das distribuições Linux podem desfrutar do browser Google Chrome sem a necessidade das conhecidas “gambiarras”, “manhas”, “gatos”, “cheats” ou seja lá como você queira chamar aquele velho “jeitinho”.
Segue um trechinho da mensagem:
“Google Chrome is go for beta on Linux! Thanks to the many Chromium and WebKit developers who helped make Google Chrome a lean, mean browsing machine.”
Foram nada menos que 60 mil linhas de programação escritas, 23 centros de desenvolvimento, 2.713 bugs corrigidos e muuuuita gente da comunidade Linux botando a mão na massa para o Chrome chegar até nós.
Eu já experimentei no meu Ubuntu 9.10 e roda que é uma maravilha! A instalação então nem se fala. Até o momento nada de bugs… mas, como se trata de uma versão beta, também não vamos fazer todo aquele alarde, certo?
Não senhores, ele não virará uma manga, e sim um mangá, aquelas revistas em quadrinhos japonesas que, para ler, se faz necessário começar do fim ler de cima para baixo e debaixo para cima, depois se perder todim.
Bom, depois desta explicação básica, é isso, o Rei do Pop Michael Jackson, ainda não morreu, pois ele vai aparecer em versão mangá com uma biografia ilustrada.
Isso mesmo, ele está com todo um jeitão de moleque, do jeito que ele sempre quis!
Além disso, Shin lança o primeiro volume do mangá biográfico Eternamente Michael (Editora Seoman, R$ 26), que traz a trajetória pessoal e artística do cantor. Com 232 páginas, o livro é assinado, além de Shin, por Rafael Kirschner, Ledo Vieira e Joice Castilho.
E, além disso, em Sampa – isto só acontece em São Paulo mesmo – vai abrir hoje uma mostra Eternamente Michael com 32 painéis de 1 metro de altura cada um, com 60 desenhos. Organizada pela cartunista e ilustradora Nicoleta Ionescu, a exposição reúne telas feitas por artistas de todo o mundo.
Por aqui, a organização ficará por conta do professor de mangá – história em quadrinhos no estilo japonês – Fábio Shin, que fez sete caricaturas para a exposição.
O público vai poder conferir ainda dois NikaDolls (bonecos personalizados em estilo mangá) de Michael, criados pela equipe da escola de Shin, a Japan Sunset.
A exposição ficará na estação Paraíso do Metrô durante todo o mês de dezembro, das 5 à 0h.
A melhor ultra mega thunder alpha pilsen banda de Metal do mundo – leia-se Massacration – colocou na rua o seu mais novo álbum: “Good Blood Headbanguers” (é… headbangers com “gue” mesmo!)
Os caras voltaram com as guitarras mais afiadas do que nunca no comando de Detonator, mas, dessa vez, num “look” com menos cheio de couro, espinhos e correntes e mais “glam rock”, à la “Twisted Sister” mesmo, com direito a calças apertadíssimas e cabelinhos estranhos.
“Good Blood Headbanguers” foi produzido por Roy Z (Judas Priest, Bruce Dickinson) e dirigido por Renato Tribuzy… ou seja, podem esperar metal dos bons com aquela pitada de humor inconfundível de Hermes e Renato – tem até aquele velho “Tumbalacatumba” da Vovó Mafalda!
A piada já começa no nome das músicas! Se liga só na Track List. Imperdível!
Hammercage Hotdog Hell
The Mummy
Sufocators of Metal
The Bull
The Fire, the Steel, the Heavy & the Money
The Big Heavy Metal
Bad Defecation (The Bost Thunder)
Good Blood Headbanguers
Massacration
The Hymn of Metal Land
Como eu poderia começar a dizer sobre este filme? Eu diria com uma empolgação sem igual, pois veria várias partes do mundo, novamente, serem destruídas por muitas catastrófes naturais (sim, repeteco totalmente de Armaggeddon, O Dia Depois de Amanha, Impacto Profundo e assim vai) e o filme, por si só, entrega um pouco do que ele tinha a oferecer.
Roland Emmerich (Independence Day, Godzilla, O Dia Depois de Amanhã) nos traz um filme que não é, NENHUM pouco, baseado no mito que o mundo vai acabar em 2012 – só tem o número como referência do que os Maias disseram o que poderia acontecer com a gente – e este longa nos traz basicamente:
- Mostrando como tudo vai acontecer;
- Uma família que vai se envolver na história;
- Três cenas identicas entre si – não se faz nem o questão de copiar outras cenas de outros filmes;
- Explosões;
- Bla bla bla de família;
- Explosões;
- Bla bla bla de familia / moral / o que é certo e errado;
- E fim;
Este seria o meu resumo perante o filme. Mas é bom uma sinopse né? Fica aí abaixo:
Nunca antes na história uma data foi tão significante para tantas culturas, tantas religiões, cientistas e governos. 2012 é uma aventura épica sobre um cataclismo global que traz o fim do mundo e conta a heróica luta dos sobreviventes.
Mas, vamos falar das atuações? Bom, como todo filme catastrofe que se preze, as atuações das pessoas são tão críveis quanto as novelas brasileiras ou que as emoções dos personagens são tão profundos quanto um prato de xícara de chá. Claro que as pessoas não vão para o cinema para assistir um filme com atuação dramática, eu não fui e você, caro leitor, não deve ir.
Por outro lado, se você vai pagar entre R$ 4,50 a R$ 16,00 esperando ver um filme catastrófe, prestenção, vai haver um pouco de desapontamento nesta área. Tem tanta, mas tanta enrolação familia, que as partes que temos explosões, morte e destruição são tão poucas, que dá vontade é de dormir no cinema, para falar a verdade, eu até cronometrei e o total deu 26 minutos de explosão, isto é, para um filme de mais de duas horas, foi enrolação, em cima de enrolação e cada vez mais enrolação.
E aí, como fica? Efeitos dez, historinha zero, empolgação cinco. Tio Emmerich precisa se reinventar urgentemente.
Thu, Feb 18, 2010
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